terça-feira, 14 de junho de 2016

Saiba mais sobre o Seguro para Uber









Com certeza mais de uma pessoa pensou, quando chamou o motorista pelo aplicativo: será que esse tal de Uber é seguro? Além disso, se acontecer alguma coisa na viagem, terei total cobertura?
Por isso, um debate importante é: existe seguro de Uber? sim existe, mas deve-se atentar para alguns detalhes.

Posso fazer um seguro só de Passageiros?
Dentro desta modalidade de seguro, existem seguradoras que possuem um produto específico chamado “APP Passageiro”. Ela é uma cobertura específico para passageiros do veículo que constará na apólice do seguro. Para quem deseja apenas um seguro APP que atenda as exigências do UBER, o seguro APP Passageiro é a melhor opção, pois tem preço muito acessível e a contratação é muito simples, não exigindo vistoria.
Mas é preciso verificar e pedir esclarecimentos com a Corretora escolhida,pois a maioria das seguradoras só fazem a cobertura de APP como adicional à cobertura de veículo,ou adicional à cobertura RCF-V  Terceiros.
Para os parceiros do aplicativo UBER, é necessário um seguro para acidentes pessoais , (AP) a partir de R$ 50 mil por passageiro.que indeniza  somente aos ocupantes do veículo em caso de morte ou invalidez permanente.Lembrando que não há cobertura de morte para menores de 14 anos de acordo com Decreto Lei 2063/1940, Circular SUSEP 302/2005 e Circular SUSEP 316/2006.,sendo permitido, a critério da seguradora: a) ressarcir o prêmio pago pelo seguro e/ou b) garantir o reembolso de despesas, por exemplo, despesas funerárias.
 A cobertura APP também não cobre danos materiais e despesas médicas hospitalares,nem tampouco caso aconteça alguma coisa com o carro UBER ou com terceiros.(terceiros ,são outras pessoas não passageiras do auto)
Para cobrir o automóvel e terceiros , o motorista do Uber precisaria de uma cobertura compreensiva (que, refrescando a memória, é aquela que cobre roubo, furto e colisões com perda total ou parcial) ou uma de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos, RCF-V – a famosa cobertura de terceiros.
Para cobrir as despesas médicas e hospitalares dos passageiros,também é preciso incluir a cobertura específica na contratação do seguro.Além disso, é necessário também apresentar o bilhete de DPVAT do ano corrente quitado. 
Só que há  mais um detalhe. Você não pode cotar um seguro para Uber como se fosse um seguro para um veículo normal. As seguradoras não aceitam. Afinal, é um outro perfil de risco: carros de passeio como o Fox do seu irmão ou a Santana do seu pai  que não são usados para fins comerciais, portanto rodam menos e  expõe o interior somente a pessoas conhecidas.
Por isso, não tente cortar caminho: se você dirige para Uber pelas ruas do Rio de Janeiro, São Paulo e outras cidades, não faça um seguro compreensivo normal. Em caso de sinistros, a seguradora pode recusar o pagamento da indenização..É necessário constar na sua apólice que o uso do seu veículo é comercial ,prestação de serviço para transporte de pessoas
De acordo com a assessoria de imprensa do aplicativo, apesar das exigências, as responsabilidades dessas contratações e da transparência na hora de fazer o seguro são exclusivamente do motorista, pois eles são apenas parceiros e não funcionários do Uber..
Eu já tinha seguro e comecei a trabalhar com o aplicativo. E agora?
Nesse caso, você deve comunicar sua seguradora de que você agora usa seu carro para fins comerciais. A seguradora realizará um endosso  ou pedirá o cancelamento do seu seguro.Lembrando: não é vantagem esconder da sua seguradora. Você deixará de receber indenização em caso de sinistros caso você não comunique.
Em nome de quem deve ser feito o seguro para o UBER?
 Conforme já mencionado anteriormente, a maioria das seguradoras não oferecem um seguro somente para  APP Passageiros,embora algumas investiram nesse nicho...Portanto,verifique com o seu corretor sobre esse assunto,pois se o seguro que vc fizer cobrir o veículo total ou parcialmente,será necessário que o seguro esteja em nome do proprietário do veículo, sendo coberto com qualquer condutor habilitado.
Caso vc consiga adquirir um seguro exclusivamente APP para cobrir passageiros,nesse caso,a apólice deverá ser em nome do Parceiro Uber.

Espero ter ajudado!

Vai ser parceiro Uber? Precisa de uma cotação? fale conosco!

domingo, 3 de maio de 2015

Vamos lutar pela vida no trânsito?




Você já conhece o Movimento Maio Amarelo? A proposta é chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. A CAPEMISA apoia essa ideia. Seja consciente e apoie você também. Saiba mais emhttp://bit.ly/1GF6nON.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CONHEÇAM NOSSO NOVO SITE COM MUITAS NOVIDADES

Olá amigos leitores.

Estou divulgando o meu novo site do Seguro de Auto & Cia.

No novo site, você Segurado poderá solicitar cotações de seguro e indicações de Corretores.

Além disso,oferecemos aos Corretores de Seguros,serviços de Assessoria para a Cidade do Rio de Janeiro.

A novidade são os cursos virtuais que oferecemos para quem pretende ingressar no mercado de trabalho de seguro de automóveis.Seja você adulto(a),ou ainda Jovem,esse é um mercado que cresce a cada ano, mas necessita de profissionais com qualificação para exercerem suas atividades.

No momento oferecemos dois Cursos:


  •  Operador de Telemarketing e Negociações em Seguro Auto.
  •  Auxiliar Administrativo em Seguro de Automóveis.

Os cursos são básicos,porém oferecem um conteúdo excelente para o interessado(a) conquistar uma vaga no mercado de trabalho nesta área.

Venham fazer uma visita, em breve também estaremos trabalhando com empréstimos Consignados!



terça-feira, 26 de agosto de 2014

Atenção consumidor! Leasing não é financiamento




Leasing é uma espécie de aluguel de veículo. O automóvel fica no nome da financeira e o consumidor fica como arrendatário do veículo. Por este motivo, o Certificado de Registro do Veículo (CRV) – documento que comprova quem é o proprietário do carro – fica no nome do banco financiador e não do consumidor.
 
Ao término do contrato o consumidor pode optar por renová-lo por mais um período; por devolver o bem arrendado à instituição financeira (que pode exigir, no contrato, a garantia de um valor residual); ou adquirir o bem, pelo valor de mercado ou por um valor residual previamente definido no contrato.
 
O Procon-SP entende que, quando a instituição financeira oferece o leasing como um financiamento, o consumidor passará a possuir os mesmos direitos que ele teria se fizesse outro tipo de empréstimo. Exemplo: a antecipação da parcela com redução proporcional dos juros e demais acréscimos, conforme determina o artigo 52 do Código de Consumidor.
 
“Atualmente, algumas instituições financeiras não prestam as devidas informações ao consumidor, e vendem o leasing como se fosse um financiamento comum, além disso determinam que a opção de compra seja feito no início do contrato, o que é considerado prática abusiva pelo Procon-SP. Por isso, é importante que o interessado em fazer este tipo de aquisição fique atento”; alerta  a especialista em defesa do consumidor do Procon-SP Renata Reis .
 
Em comparação com outras modalidades de financiamento que existem no mercado – Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e consórcio – há vantagens e desvantagens que precisam ser consideradas pelo consumidor na hora da aquisição.
 
O consórcio pode apresentar menor preço final do bem. Outra questão a ser considerada, é que neste tipo de compra o consumidor não tem acesso ao carro imediatamente, pois precisa ser sorteado ou dar um bom lance. Veja mais sobre consórcios aqui.
 
Na opção de financiamento por Crédito Direto ao Consumidor (CDC) ou outras modalidades afins, o custo efetivo total pode ser maior que o do leasing e o consumidor precisa pagar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No entanto, ao contrário que ocorre com o leasing, no CDC, o bem fica em nome do comprador, possuindo apenas a alienação ao banco operador do empréstimo – conhecida como alienação fiduciária. Quando o consumidor quitar as parcelas, a financeira deve providenciar a retirada da alienação, sem ônus.
 
No leasing a transferência de titularidade é mais burocrática, pois ao final do pagamento com opção de compra, o consumidor deverá solicitar junto à financeira os documentos necessários para a realização da transferência...o que em caso de sinistro de perda total é mais complicado para reunir esses documentos e receber a indenização do seguro!

 
Saiba que: o leasing não desonera o consumidor também de cumprir com a legislação tributária. Como o pagamento do IPVA, multas e seguros, entre outros encargos.
 
Atenção! Se o banco ofertar leasing como um financiamento e não der a opção de desconto do valor a ser pago, em caso de antecipação das parcelas, o consumidor deve denunciar ao Procon mais próximo ou ao Banco Central.

Fonte:  Procon-SP/Bianca Reis 
Enviado por: Procon Panambi

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Como escolher o melhor GPS?




A tecnologia está cada vez mais presente no nosso cotidiano, pronta para nos ajudar e facilitar o dia a dia!

O GPS é mais uma prova desse fato com enorme popularidade nos últimos anos. Mas é aí que vem a pergunta:

Como saber qual o melhor… no custo e benefício?

A função principal do GPS não deixa de ser o auxílio na localização de destinos. E para começar, essa que é a sua função principal deve sempre ter o maior destaque no aparelho. O ideal é que seja um modelo que tenha função por voz, ou seja, possibilite um guia vocal para que o motorista não tenha que tirar os olhos do caminho para ver que direção tomar.
Outro fator importante é que o sistema do GPS seja inteligente, para que não aconteçam empecílhos como o próprio aparelho se perder, e fazer com que você fique dando voltas no mesmo lugar.

Um dos grandes companheiros dos GPS mais modernos hoje em dia é a capacidade de detectar a fiscalização eletrônica nas ruas, o que nos impede de levar multas por pequenas distrações. Mas, claro, é muito importante não usufruir do GPS para infringir as normas de trânsito!

À parte das funções principais que o aparelho disponibiliza, alguns modelos acompanham funções extras, como TV digital, MP3 e MP4 players, para que os passageiros e acompanhantes consigam se distrair um pouco sem ter que trazer aparelhos extras. Inclusive o GPS ideal pode apresentar alguns mimos, como personalização da função de voz, ou localização de estabelecimentos pre-registrados.

Portanto, se você é do tipo que não consegue sair de casa sem seu carro, não deixe de ter um GPS para ser o seu companheiro nos momentos de tensão quando não sabe para onde ir. Siga as nossas dicas, que você poderá encontrar facilmente um aparelho que combine com o seu estilo!

E pra você, quais os critérios para escolher o melhor GPS?

Neste blog na página Produtos automotivos,você encontra as melhores marcas e promoções de GPS...dá uma olhadinha lá e confira! clique direto no link http://el2.me/EPhw

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

E VEM AÍ A TELEMETRIA NO SEGURO, CONHEÇA!


                           Novo sistema chega para reforçar a importância da direção segura


As inovações do setor para a carteira de automóveis estão cada vez mais diversificadas. O ramo alavanca o mercado e costuma ser a porta de entrada para que o público se familiarize com o seguro. Com isso, as novidades tecnológicas saem apenas da administração das seguradoras para fazerem parte das apólices.
Empresas de tecnologia já oferecem serviços de rastreamento e avaliação de controle para frotas, inserindo nos automóveis dispositivos que facilitem a sua localização. Existe mais uma novidade que promete se popularizar: a telemetria. O serviço baseia-se não apenas em monitorar a localização do veículo, mas em analisar a postura do motorista. Com base em dados enviados por um dispositivo, que funciona via rádio ou satélite, as empresas podem avaliar o impacto dos hábitos ao volante e com isso calcular maneiras de beneficiar o cliente. Frear bruscamente, excesso de velocidade, parar em locais perigosos ou fazer curvas de modo displicente. Tudo isso é registrado para que o motorista também analise melhor a forma como conduz.
O sistema, que já é utilizado nas apólicesem países como Itália, Espanha e Estados Unidos, por exemplo, se apresenta como uma opção para aumentar o interesse das pessoas pela direção segura, proporcionando maior conforto e oferecendo alternativas que pareçam mais justas ao bolso do consumidor.
Há a opção de plano chamado pay per mile, onde o contratante paga o prêmio de acordo com o quanto usa o automóvel. Caso ele dirija apenas aos finais de semana, em casos de emergências ou possua outros carros em sua casa que use com maior frequência, o prêmio pago será equivalente ao que foi gasto em quilômetros. Para estabelecer o valor existem duas maneiras: o cliente pode ter abatimento no preço durante a vigência da apólice, ou no momento da renovação será inspecionada a média de uso durante aquele período, para, então, calcular o prêmio final.
Já o mais avançado é conhecido como pay how you drive, que oferece descontos de acordo com o modo como o motorista dirige, se respeita as regras de trânsito, os limites de velocidade, se costuma agir de maneira perigosa, deixar o carro estacionado em locais proibidos ou perigosos, os horários que costuma utilizar, em que vias costuma trafegar, dentre outros fatores.
Experiência internacional
Nos países citados, essa tecnologia pode ser contratada juntamente com o seguro de automóvel, tornando-se o principal diferencial do seguro comum, pois a iniciativa visa recompensar os motoristas por praticar a direção segura. A intenção é obter o maior detalhamento possível do perfil do usuário e não apenas mantê-lo em perfis por idade, gênero ou localização.
O sistema é capaz também de determinar as áreas por onde os veículos podem transitar. A delimitação é feita a partir de uma plataforma e caso algum automóvel vá além das “cercas” criadas, um aviso é enviado por e-mail ao titular do seguro, assim como a empresa responsável será alertada. Em caso de roubo, isso aumentaria as chances de recuperação do veículo, além de auxiliar situações em que outras pessoas, como familiares ou empregados, tenham acesso ao carro. Todas as ações ficam registradas e podem ser consultadas através do portal disponibilizado aos titulares.
Segundo o vice-presidente Global de Telemetria, da Telit Wireless Solutions, Cyril Zeller, “as companhias querem atrair bons motoristas com descontos. Motoristas que dirigem melhor desejam e merecem pagar menos”, pontua. Nicanor Fragoas, diretor de Vendase Marketingda Zatix, concorda com a diminuição do prêmio como  reconhecimento da prudência do condutor. “O dilema da seguradora é tentar separar o bom do mau motorista. Uma apólice para uma pessoa jovem e solteira geralmente é caríssima, mas dentro desse perfil tem quem dirija muito bem”, afirma.
Segundo dados da ABI Research, empresa norte-americana especializada na análise de mercado tecnológico, é estimado que o número de usuários da telemetria na Europa cresça de 1,5 milhão, conforme registrado em 2010, para 44 milhões até 2017. Entre os principais benefícios estão economia de despesas, tanto para seguradoras quanto para segurados, maior oferta de planos para clientes e a conscientização dos motoristas.

sábado, 21 de junho de 2014

Salário de mototaxista e afins aumenta em 30%

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 20:13

Sanção de adicional de periculosidade para motociclistas resgata dignidade dos trabalhadores


 nesta quarta-feira (18), foi sancionada no Palácio do Planalto,a lei que acrescenta o parágrafo 4° ao artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O Projeto de Lei 2865/2011 adiciona 30% ao salário das profissões de mototaxista, motoboy, motofretista e de serviço comunitário de rua por considerá-las perigosas.
A aprovação do Projeto de Lei no Congresso Nacional contou com o apoio do governo federal, que criou uma mesa de negociação com a categoria no início deste ano, sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência e do Ministério do Trabalho e Emprego. Para o ministro Gilberto Carvalho, a lei faz parte de um processo civilizatório e resgata a dignidade dos trabalhadores.
De acordo com o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas de São Paulo (Sindimoto/SP), a categoria abrange cerca de dois milhões de trabalhadores em todo o país. Gilberto dos Santos, um dos principais articuladores do Sindicato para a aprovação do projeto, afirma que o adicional é uma reivindicação antiga e que a assinatura é um momento único para a categoria. Ele considera que o cenário está mudando para os motociclistas, que passam a se sentir cada vez mais cidadãos. Santos aponta também que os acidentes devem diminuir com a maior regulamentação da profissão.

“Na medida que a categoria vai se regulamentando, vai sendo reconhecida como uma categoria de extrema importância, vai começando a ter os benefícios que outras categorias já têm, a tendência é que acidentes venham na contramão da história, diminuindo.”
Ricardo Patah, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), lembrou que as metrópoles brasileiras não funcionam mais sem motoboys, e no Norte e no Nordeste os mototáxis e motoboys estão cada vez mais presentes na vida urbana.
“Esse é o início do compromisso da regulamentação dessa categoria, é um indicativo. Queremos mais capacitação, mais qualificação, mais proteção. Queremos mais vida para os motoboys. E é isso que estamos iniciando aqui num procedimento formal, mas que tem significado emblemático para nossa juventude.”
O senador Marcelo Crivella, autor da lei, espera que com a medida os motociclistas usem o dinheiro extra para investir em equipamentos de segurança e qualificação. Ele considera que é preciso também lutar para aumentar a segurança das motocicletas e melhorar o comportamento no trânsito

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Lei do desmonte barateia seguro

Fonte: http://www.segs.com.br












Lei do desmonte pode reduzir em 20% apólices de veículos


A lei do desmonte pode reduzir o custo de apólices de automóveis em 20% e atrair aproximadamente 3 a 4 milhões de segurados, por meio dos seguros populares, comenta o diretor de auto e massificados da SulAmérica Seguros, Eduardo Dal Ri. A lei, que foi elaborada pelo deputado Armando Vergilio (SDD-GO) e sancionada pela presidente Dilma Rousseff, em 20 de maio, tem o objetivo de combater as quadrilhas que roubam carros para vender peças em desmanches.
O diretor da SulAmérica disse que a exemplo da Argentina, que teve uma redução acima de 50% em furto e roubo, estima-se que o Brasil alcance a mesma porcentagem. Na prática, os desmanches deverão ser regulamentados e fiscalizados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de cada estado. Segundo Dal Ri, todo o estoque do estabelecimento deverá estar identificado e ter nota fiscal. “As próprias seguradoras não poderão vender ou leiloar seus salvados [carros que sofreram perda total e foram restaurados] para desmanches que não tenham registro”, afirma.

Questionado se as seguradoras acreditam na eficiência da fiscalização por parte dos órgãos públicos, Dal Ri respondeu que o próprio poder público sentia a necessidade de se ter uma lei para se apoiar na hora de fechar os estabelecimentos clandestinos. O diretor de produtos e subscrição auto do Grupo BB e Mapfre, Sérgio Barros, enfatiza que com um controle mais rígido, a lei trará uma série de benefícios às seguradoras e também à sociedade. As seguradoras acreditam que além de reduzir o número de roubos e furtos para os carros segurados e não segurados, quando a lei estiver em vigência, a partir de maio de 2015, minimizará também o número de latrocínios existentes.


Segundo Eduardo Dal Ri, somente com a vigência da lei que se poderá ter a certeza de sua eficiência e o impacto na redução de custo das apólices, mas espera que possa ser de 20%. O consultor e economista da Rating de Seguros, Francisco Galiza, acredita que isso dependerá de cada seguradora. Comercialmente, o consultor disse que a lei poderá aumentar de 15% a 20% as vendas de apólices. O professor da Escola Nacional de Seguros, Fernando Varanda, explica que a elevação acontecerá principalmente para os seguros populares, atingindo uma parcela da população que ainda não possui a proteção para seu veículo. O diretor-geral da Porto Seguro, Luiz Pomarole, explica que especificamente para esse produto, a lei terá uma utilidade maior, pois permitirá nos casos de reparo a utilização de peças de reúso, com procedência e garantia.


Dentro desse segmento, o diretor de auto e massificados da SulAmérica Seguros, Eduardo Dal Ri acredita que as seguradoras poderão apresentar novos produtos para atender a demanda. “Nos da SulAmérica estamos estudando, junto com a Superintendência de Seguros Privados [Susep], a possibilidade de colocar no mercado um produto que se enquadre no popular”.


A Porto Seguro, por exemplo, criou há um ano a empresa Renova Ecopeças, que faz a reciclagem de automóveis não salvados da própria seguradora. O objetivo foi diminuir o número de carros parados em pátios. A Renova compra os carros da seguradora que tenham baixa definitiva e faz a destinação correta das peças que podem ser reaproveitadas. Após todo processo de certificação, elas poderão ser utilizadas nos carros que possuem seguro popular e precisam de reparos.

terça-feira, 9 de julho de 2013

SEU CARRO OU MOTO É UTILIZADO PARA O TRABALHO?

                     Conheça a cobertura Diárias por Indisponibilidade do Veículo Segurado






Essa cobertura garante ao segurado o pagamento de diárias por indisponibilidade do veículo segurado decorrente de evento coberto pela(s) garantia(s) básica(s) contratada(s), não estendendo-se como tal aquele cujo orçamento de reparação ficar abaixo da franquia. O valor de cada diária pode variar conforme a seguradora através da qual o seguro for contratado.

Então, se você usa seu veículo como instrumento para o exercício do seu trabalho, não deixe de solicitar na cotação do seu seguro,esta cobertura.

Se você é do Rio de Janeiro,faça sua cotação comigo,envie-me um email com seu telefone de ctto e eu te retorno!

simonehugolino@hotmail.com
segurodeautoecia@gmail.com

domingo, 23 de junho de 2013

Cobertura de seguro Auto e vandalismo






 Nos últimos dias passou a ser um grande problema em muitas cidades brasileiras. Motoristas, às vezes, pensam que seus veículos nunca irão ser apagados ou tornar-se alvo de atos de vandalismo
No entanto, vandalismo pode acontecer já que estamos presenciando grandes manifestações em todo o Brasil.

Não há cobertura para veículos atingidos em manifestações causadas por vandalismo,ou revoltas populares . Essas itens se enquadram dentro do que o seguro chama de “cláusula de exclusão”, ou seja, aquelas situações que, por contrato, o seguro se abstém de qualquer responsabilidade financeira pelos prejuízos.


O seguro serve para cobrir sinistros de trânsito,roubo/furto,danos causados pela natureza e incêndios "não propositais"...se seu auto for vítima de vandalismo,as seguradoras não cobrem,pois entendem que o fato é de responsabilidade das autoridades governamentais,restando ao proprietário procurar seus direitos na justiça contra quem deveria impedir tais atos.  



Tipos de vandalismo veicular



  • quebra de vidros
  • danifica a pintura
  • inflige mossas
  • chama graffiti
  • danifica os espelhos laterais
  • corta os pneus
  • incêndio

Esses tipos de vandalismo pode ser muito caros para consertar e ficaria quase impossível detectar fraude dos proprietários.

Se seu veículo é importante para você, você provavelmente deseja protegê-lo tanto quanto possível.Às vezes há pouco pode fazer para evitar que isso aconteça,mas evite ao máximo usar seu veículo até que as manifestações parem de ocorrer,sobretudo,se você dirige um carro bom e viver em uma área densamente povoada.

Lei do motorista “ficha suja” gera polêmica



Projeto obriga o Detran a divulgar o nome do motorista que perder a carteira depois de ser flagrado dirigindo bêbado.

CIBELE MARTINS /DIÁRIO DE MARÍLIA.
O projeto de lei, aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo no início do mês obriga o Detran (Departamento Estadual de Trânsito) a divulgar no Diário Oficial do Estado o nome completo do motorista que perder a carteira de habilitação depois de ser flagrado dirigindo bêbado, o número da habilitação dele e o motivo da punição. O projeto ainda precisa ser sancionado pelo governador Geraldo Alckmin. A ideia de que o nome de quem é flagrado dirigindo depois de beber vá parar em uma espécie de lista de motoristas “fichas sujas” gera divergências de opinião entre os motoristas e especialistas da área.
Para o comerciante José Renato Alvares, 59, a lei é muito severa. “Tendo em vista que muitos criminosos que matam, roubam ou participam de sequestros não têm o nome publicado em nenhum tipo de lista. Acredito também que a tolerância zero seja demais, pois em países civilizados temos um limite de quantidade de álcool que acredito não influenciará na maneira de dirigir do motorista”, comenta.
Já o vigilante Luiz dos Santos, 40, é favorável a legislação. “Será mais um fator para inibir que a pessoa dirija sob o efeito de álcool, além da multa, apreensão de CNH a pessoa também terá de enfrentar as consequências de ter o nome publicado em território nacional”.
O especialista em trânsito, Marcos Farto, acredita que a lei fere o direito do cidadão que tenha cometido algum tipo de infração. “Ele como qualquer outro cidadão tem direito a ampla defesa. Tendo em vista que em tudo pode haver uma margem de erro. Desta forma a lei é bastante delicada por expor a pessoa nesta proporção”.
De acordo com a justificativa do projeto, a divulgação dos dados vai ajudar as empresas de seguros na avaliação do perfil do motorista.
“Depois de finalizada todas as instâncias de defesa, acredito que possa sim ser publicado o nome do motorista para servir até mesmo de ferramenta para o empregador que deseja contratar um motorista com conduta correta”, fala.
Atualmente, se o teste do bafômetro apontar 0,05 miligrama de álcool, por litro de ar expelido, o motorista perde a carteira por um ano e paga uma multa de R$ 1.915. Acima de 0,34 miligrama, o motorista será preso.
Fiscalização da Lei Seca realizada pela Polícia Civil, Polícia Militar e Detran, no início de junho, resultou na autuação de 14 motoristas em Marília.

Ao todo foram submetidos ao teste do bafômetro 123 motoristas. Destes, 12 tiveram resultado positivo. “Acredito que a fiscalização esteja intensa e até mesmo por isso não presenciamos mais mortes provocadas por embriaguez ao volante. Entretanto, além disso, é necessário maior envolvimento do Estado, municípios, empresas, auto-escolas nas campanhas de conscientização”, finaliza Farto.

sábado, 8 de junho de 2013

Câmara aprova projeto que cria desmonte legal de veículos

peças usadas

06/06/2013 / Fonte: CNseg

Medida é fundamental para sucesso do seguro popular e, em consequência, inclusão de carros mais velhos
Uma contribuição importante para tornar viável o seguro popular de automóvel foi dada pela Câmara dos Deputados, cujo plenário aprovou nesta quarta-feira (5), por unanimidade, o projeto que disciplina o funcionamento das empresas de desmonte de veículos para venda de peças usadas ou das sucatas.
O projeto é de autoria do deputado Armando Vergilio (PSD-GO) e presidente da Fenacor. A proposta segue, agora, para o Senado e, se aprovada, dependerá da sanção presidencial para viabilizar o uso de peças recondicionadas e certificadas em veículos mais velhos, barateando o preço do seguro. Além disso, a medida pode, a exemplo do ocorrido em outros países que criaram legislação para o desmanche legal de veículos, como a Argentina, puxar os índices de roubo e furto de automóveis. “Em outros países, os resultados foram imediatos. Na Argentina, por exemplo, um ano após a criação dos desmanches legais, o índice de roubos de automóveis caiu 50%”, revela o autor da proposta.
Segundo Armando Vergilio, estatísticas recentes revelam que 400 mil carros são roubados ou furtados anualmente no Brasil. Apenas pouco mais da metade é recuperada. O restante abastece os desmanches ilegais espalhados por todo o território nacional e o comércio de peças.
Ele assegura que o projeto vai proteger centenas de milhares de pessoas, ao reduzir a criminalidade, pois as quadrilhas terão muita dificuldade para repassar os veículos roubados ou furtados.
Também serão gerados novos empregos formais, nas oficinas legais que serão criadas, aumentando ainda a arrecadação de impostos.
O deputado acrescenta que o proposta vai ainda viabilizar o verdadeiro seguro popular de automóvel, que poderá ter preços bem menores do que o produto tradicional, ao permitir a utilização de com peças recondicionadas, mas devidamente certificadas. “Esse novo produto poderá atingir 20 milhões de automóveis com mais de cinco anos de idade, que, atualmente, trafegam pelas ruas e estradas totalmente desprotegidos”, acentua Vergilio.
Além disso, o projeto, que foi aprovado exatamente na data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), reduzirá também os danos causados pelo descarte desordenado, pelos desmanches irregulares de baterias, carcaças de veículos e fluídos de freios e motor.
O projeto ainda tornará obrigatória a baixa de registro da peça reutilizada perante o órgão responsável, aliada a um rígido controle pelo Estado. Dessa forma, será possível identificar todas as peças automotivas, permitindo o seu indispensável rastreamento.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Justiça suspende dívida de leasing de carro roubado

 
 

O consumidor que tiver comprado um carro por leasing e ainda não tiver quitado o produto, caso tenha o veículo roubado não precisará continuar pagando as parcelas. A decisão é da 2ª vara Empresarial do Rio de Janeiro, e válida para todo o país. Ainda cabe recurso das empresas de leasing.
No contrato de leasing, o carro é comprado pela instituição financeira, que o "aluga" para o consumidor. Assim, o cliente pode usar o veículo enquanto paga as parcelas --uma espécie de aluguel. O veículo fica no nome da empresa de leasing até o fim das prestações. Só após pagar todas as parcelas, o consumidor passa a ser dono do carro.
A Justiça considerou que, já que o banco é o real proprietário do veículo enquanto o consumidor paga as prestações do leasing, é a própria instituição financeira quem deve arcar com o prejuízo caso o carro seja roubado.
A decisão foi tomada em uma ação movida pela Comissão de Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro contra os maiores bancos que fazem financiamento e leasing de carros --entre eles, Bradesco, Itaú e Santander, além de bancos das próprias montadoras, como Fiat, Ford, Volkswagen e GMC.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel), Osmar Roncolato, a decisão fere a essência econômica da natureza do contrato de leasing. "Se uma empresa adquire um veículo e o deixa sob a posse de alguém, é lógico que este alguém passa a ter responsabilidade sob a guarda".
Roncolato esclarece que os contratos de leasing obrigam o cliente a repor o bem que foi furtado. "Um cenário em que, diante de um roubo, o cliente esteja desobrigado de repor o bem ou quitar as parcelas, representará um risco maior para os bancos, consequentemente, as operações de leasing terão um custo maior, que será repassado para os novos contratos".

Decisão vale para todo o país, e para casos dos últimos dez anos

Além de determinar a abrangência nacional da decisão, a Justiça ainda estabeleceu que todos os clientes que tiveram que quitar o contrato em caso de roubo do veículo nos últimos dez anos sejam ressarcidos em dobro pelos bancos.
Para cumprimento da decisão, a Justiça ainda determinou que os bancos apresentem até a próxima quarta-feira (29) a relação de todos os contratos de leasing realizados nos últimos dez anos, sob pena de multa diária de R$ 1.000.

Do UOL, em São Paulo

quarta-feira, 1 de maio de 2013

SEGURO SÓ PARA COBRIR TERCEIROS


A Mutual Seguros, companhia de nicho especializada em seguros aplicados aos diversos segmentos da economia, anuncia que lançou um seguro de responsabilidade civil destinado a veículos de pessoas físicas: o Mutual Vip Passeio, cujo foco são as classes C e D.

- O produto possui coberturas para danos materiais, corporais e morais causados a terceiros e foi desenvolvido com o objetivo de dar uma opção aos consumidores que não querem ou não tem condições de fazer o seguro total do veículo. Com custo acessível, a partir de R$ 50 mensais, além de fácil contratação, é ideal para quem busca tranqüilidade no trânsito - disse a superintendente da Mutual Seguros, Claudia Zalaf.

A executiva ressalta também a emissão desburocratizada e online da proposta (após confirmação do pagamento da primeira parcela), dispensando vistoria prévia e apresentação de documentos físicos para análise. Além da possibilidade de pagamento em até dez vezes, há opções de parcelas fixas e sem juros, quando o valor é quitado à vista ou em até quatro vezes no cartão de crédito ou boleto bancário.

Com validade em todo o território nacional, mais um diferencial é a rede de Assistência 24 horas, num raio de 100 km da residência do segurado, contemplando serviços como socorro elétrico e mecânico, reboque do veículo assistido, envio de chaveiro e remoção médica em caso de acidente, entre outros.

- Vale lembrar que proprietários de veículos em nome de pessoa jurídica também podem adquirir o produto, desde que o seguro seja feito em nome da pessoa física, comprovando o vínculo empresarial.


Mais informações? acesse: http://www.mutualseguros.com.br/
ou 0800 94 15 970



sexta-feira, 19 de abril de 2013

RECUSAS E GLOSAS EM SEGURO AUTOMÓVEIS


Boa tarde meus queridos leitores!

Acabei de assistir ao programa da Tarde (Patrulha do Consumidor) com o Celso Russomanno,e entre as reclamações de hoje,eles apresentaram um caso de um segurado que recebeu uma recusa para indenização de perda total do seu automóvel.

Ficou muito claro para quem assistiu ao programa,que tanto o Corretor quanto a Seguradora,não orientaram e nem acompanharam adequadamente o segurado inclusive,percebeu-se vários erros entre eles o não envio da apólice ao cliente.

A Seguradora enviou após o Celso Russomanno entrar no caso,uma carta informando que "após detalhada análise da perícia" que as avarias sofridas em ocasião do sinistro que resultou na perda total do veículo,não tinham "nexo causal",ou seja, já existiam e por isso manteriam a recusa da indenização...é lógico que eles vão registrar queixa e solicitar a Susep que apure o ocorrido...na minha humilde percepção o segurado ganhará a causa...

Essa situação no mercado segurador chama-se 'Glosa".



Você sabe o que é Glosa?


Glosa é quando a Seguradora constata que uma peça,ou parte danificada do seu veículo já tinha avarias antes do acidente de trânsito ... 

Essa constatação é feita através da vistoria de sinistro,que é realizada por peritos das seguradoras  lá na oficina onde você deixou seu auto.A seguradora então,autoriza o conserto/ou troca das peças,menos as que não tem o "nexo causal" (Glosa).

Mas como as seguradoras chegam a esta conclusão?



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Só 1% das motos vendidas no Brasil têm ABS

Honda CBR 600RR C-ABS - foto Divulgação

No Brasil apenas 1% das novas motocicletas vendidas entre janeiro e dezembro de 2012 saíram de fábrica equipadas com freios ABS. Dessas, nenhuma moto tinha menos de 250 cm³ de cilindrada, o maior segmento do país, com mais de 90% do mercado. Em contrapartida, em 2012, 41% dos carros novos registrados já tinham ABS.

A partir de 2016, o ABS (sistemas antibloqueio de frenagem) serão introduzidos como equipamento original para um número maior de motos na União Europeia. No início de março, foi aprovada uma legislação cujo objetivo é reduzir ainda mais o número de acidentes de trânsito. Só em 2011, cerca de 5.000 motociclistas morreram nas estradas da Europa.

"A utilização do ABS pode impedir mais de um quarto de todos os acidentes de moto com danos pessoais", afirma Gerhard Steiger, presidente da divisão Chassis Systems Control da Bosch, segundo estudo sobre acidentes conduzido pela empresa. A Bosch fabrica o sistema para motos desde 1994 e já vendeu cerca de 750 mil até hoje.

Em 2010 a empresa lançou uma geração de ABS projetado especificamente para motos e desde então vem trabalhando no desenvolvimento de funções adicionais que visam melhorar o desempenho do sistema. De acordo com a nova legislação europeia, será obrigatório instalar um sistema antibloqueio de frenagem para todas as motos que tenham motorização superior a 125 cm³ de cilindrada.

A partir de 1° de janeiro de 2016, isso será aplicado em motos às quais será concedida a homologação e, a partir de 2017, para todos os modelos. Além disso, será exigido que veículos de duas rodas, com motorização de acima de 50 cm³ até 125 cm³ tenham ABS ou pelo menos sistema de frenagem combinado (CBS, ou Combined Brake System).

Esse sistema trabalha com os freios dianteiro e traseiro mecanicamente, resultando que ambas as rodas sejam simultaneamente desaceleradas durante a frenagem. No entanto, essa solução não regula a pressão do freio, o que significa que as rodas ainda podem travar.




quinta-feira, 11 de abril de 2013

Veja 10 carros e 10 motos mais vendidos em março de 2013

http://g1.globo.com/carros

Gol segue líder entre carros, mas Hyundai HB20 avança rápido.
Entre motos, Biz supera a CG 125 na vice-liderança.

Do G1, em São Paulo

Volkswagen Gol se manteve o campeão nas vendas de carros em março passado, mas a disputa pela vice-liderança foi acirrada entre os dois veículos mais emplacados da Fiat: o Uno e o Palio. O primeiro levou a melhor, com 1.286 unidades a mais vendidas, porém está perdendo no acumulado do ano, onde o Palio é o segundo colocado, depois do Gol, com uma pequena vantagem sobre o Uno (160 unidades).
O Hyundai HB20, um "novato" nessa "turma", lançado 5 meses atrás, repetiu a quarta posição de fevereiro, tomando o lugar que era do Volkswagen Fox há tempos. Em janeiro, o hatch sul-coreano havia sido o nono colocado.
Entre as motos, a briga pela vice-liderança também é destaque. Tanto em março quanto no acumulado do ano, a Honda Biz toma a dianteira da Honda CG 125. A CG 150 continua liderando o ranking. Veja o top 10 abaixo.
carros mais vendidos MARÇO (vale este) (Foto: Arte G1)